Nunca soube de nada. E é essa ignorância que me aflige. Sou como um homem das cavernas tentando operar um equipamento delicado. Algo assim. Não quero perder tempo tentando achar metáforas mais elaboradas. Você sabe...
Todas essas coisas, essa fragilidade extrema - A vida, enfim, é aflitiva. - E desculpe-me, tomarei muito do seu tempo por ter muito o que dizer. Embora a minha intenção fosse ser breve.
Não sobre o que é justo ou não, seriam apenas divagações sem sentido. Não há justiça no Universo.
Tomarei de ti todas as dores. -Isso é o que aconteceria, se houvesse justiça- e me negarias as dores... Ou não. Ou não haveria dores.
Apenas nossas pegadas em todos os lugares do mundo, sobre a neve ou sobre a areia.
Inebriados, apenas...
Como se não existisse mais nada na vida, a não ser os atos de respirar e amar.
Nessa cadência quase doce. Respiro-respiras. Respiro-te, respira-me. Ama-me sabendo que amo-te. Amo-amas.
Só assim não haveria defeito ou sofrimento.

Nenhum comentário:
Postar um comentário